segunda-feira, 29 de setembro de 2025

OLALHAS – Autárquicas 2025


Antes de mais, quero dar os parabéns aos três candidatos. Nos dias de hoje, não é de ânimo leve que alguém se sujeita à avaliação e ao escrutínio público.

Neste post, faço uma breve análise ao debate entre os três candidatos. Faço-o simplesmente porque sim, porque posso e porque gosto. Infelizmente, não posso votar na freguesia — o que, ainda assim, não diminui em nada o meu interesse por ela, que é e sempre será a minha casa.

Para começar, importa realçar que já vai longe o tempo em que os candidatos apresentavam listas infindáveis de promessas que todos sabiam ser impossíveis de cumprir. Hoje, sabem que esse discurso já não conquista votos. Conscientes das limitações com que uma junta de freguesia se depara, a promessa principal acaba quase sempre por ser a de pressionar quem de direito — leia-se, a câmara municipal.

Partindo desta premissa, o candidato do Chega, José Albuquerque, promete lutar “sem medo das consequências” junto das entidades competentes. Demonstrou conhecer bem a freguesia e os seus problemas, sendo provavelmente o candidato da oposição mais bem preparado das últimas duas ou três eleições. O seu discurso, correto e não demagógico, distancia-se bastante daquele a que o partido nos habituou. É pena que pessoas como José Albuquerque não tenham tido espaço nos partidos ditos tradicionais para dar o seu contributo, acabando por abraçar forças políticas demagógicas que apenas lhes oferecem uma falsa sensação de representatividade.

Já o candidato do PS, João Fonseca, é o reflexo mais evidente da forma como o PS Tomar olha para a nossa freguesia. Explico: só se lembra dela de quatro em quatro anos, e nem é pela força eleitoral — que é pequena — mas sim por uma questão de marketing político. Ficaria mal ao partido que atualmente governa a câmara não apresentar candidatos em todas as freguesias. Assim, a dois ou três meses das eleições, lembram-se de arranjar um nome. Os mais conscientes do verdadeiro interesse desse convite recusam; sobra sempre alguém menos avisado que aceita o papel. No caso atual, o PS bateu no fundo — não pelas qualidades pessoais do candidato, a quem peço desde já que não encare esta crítica como algo pessoal, mas porque ficou evidente no debate o seu conhecimento muito limitado da freguesia, dos seus problemas e das suas gentes. Depois, no dia das eleições, o PS voltará a queixar-se de que, em Olalhas, “votam sempre nos mesmos” (leia-se PSD), mas a verdade é que nada faz — nem quer fazer — para alterar esse cenário.

O candidato da AD e atual presidente, Rui Lopes, aproveitou o debate para enumerar algumas das iniciativas já desenvolvidas pelo executivo e para denunciar a falta de “vontade política” da câmara em concretizar projetos previstos para a freguesia.

Na minha opinião, Rui Lopes é, de longe, o candidato mais bem preparado para o cargo. A sua experiência, tanto no meio autárquico como na gestão de várias instituições, dá-lhe uma vantagem clara. Exatamente por isso, considero que a sua equipa, caso seja reeleita, deve demonstrar muito mais ambição para o futuro da freguesia.

Para terminar, desejo boa sorte a todos os candidatos e espero que, em conjunto, consigam contribuir para o debate de ideias de que a nossa freguesia tanto precisa. Se houve algo que o debate deixou claro, foi a falta de propostas concretas para dinamizar Olalhas, mesmo tendo em conta as muitas limitações com que qualquer executivo terá de lidar.

Tiago Henriques

*Texto revisto pela IA

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Festas em AMÊNDOA 2019


quarta-feira, 8 de agosto de 2018

FESTAS EM AMÊNDOA 2018

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

FESTAS EM AMÊNDOA 2017
Olalhas - Tomar


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Autárquicas 2013 - Olalhas

 PSD - Jorge Rosa             PS - Eduardo Oliveira
  


Estes são os candidatos à nossa freguesia.

Sabendo que dos vários candidatos ao executivo camarário pouco ou nada podemos esperar. Creio que alguns nem sabem que a nossa freguesia pertence ao concelho de Tomar.

Resta-nos aguardar pelas propostas e ideias dos nossos dois conterrâneos, que em ambos os casos são pessoas que conhecem relativamente bem a  nossa freguesia e os seus problemas.

E no final que cada um escolha de acordo com a sua consciência.

Infelizmente, no meu caso não poderei escolher nenhum dos dois porque o meu país não me deixa escolher se voto na minha terra natal ou no local onde vivo.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quinta-feira, 25 de outubro de 2012